Sugiro para aperfeiçoar a gestão de seu canil
http://www.rhportal.com.br/
MEU PRIMEIRO CÃOZINHO: DICAS P/ MARINHEIROS DE 1ª VIAGEM NA ARTE DE CRIAR CACHORROS
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
sábado, 30 de março de 2013
FÊMEA
OU MACHO
Uma das vantagens do planejamento do
sexo é evitar a questão de ninhadas indesejadas ou brigas entre cães do mesmo
sexo, caso a pessoa já tenha um cãozinho.
A fêmea, como todos sabem, entra no
cio e engravida justamente no meio deste cio. Então se tiver um cão macho em
idade fértil, terá que separá-los por
cerca de 15 dias 2 vezes por ano.
Caso tenha um cão de guarda
lembre-se de que é bastante difícil a convivência de cães de guarda do mesmo
sexo, então prefira um do sexo oposto desde que possa separá-los nos cios.
Sobre comportamento, machos tendem a
ser mais dominantes, porém são mais estáveis.
Fêmeas são mais calmas e meigas, mas
perto dos cios tendem ao nervosismo.
Machos tem a mania de fazer xixi em
portais e paredes para marcar território. Para tê-los dentro de apartamentos
precisam receber educação e terem cones e postinhos próprios para exercitarem
este hábito sem estragar todos os móveis e portas da casa.
Machos costuma ser maiores que
fêmeas. Em algumas raças a variação é de cerca de 30%.
Fêmeas no cio de raças pequenas, ao
contrário do que muitas pensam, não costumam fazer grandes sujeiras dentro de
casa porque elas mesmas cuidam de se limpar. Além disso, há calcinhas
higiênicas a venda em pet shops.
Também sprays que diminuem consideravelmente o cheiro exalado pelas fêmeas, o que facilita a convivência com machos perto (mas não juntos porque aí eles acasalam). A ideia do spray é aliviar o odor a ponto de deixá-lo menos perceptível aos machos que porventura estejam perto.
De minha parte não vejo porque ter
preferência por nenhum dos sexos. Cada qual tem seus prós e contras, mas com
planejamento e educação tudo se resolve.
Apenas lembre que no caso da fêmea
em cio a responsabilidade de evitar uma gravidez é sua e que deve considerar a
esterilização caso não pretenda ou não tenha a condição de ter ninhadas.
Não causa nenhuma doença a
esterilização da fêmea antes de ter alguma ninhada, como alguns leigos
apregoam.
FILHOTES OU CÃES ADULTOS
Filhotes costumam ter
quase total preferência na hora em que
se decide ter o 1º cãozinho, porém, fato não muito conhecido é que é possível
adotar um cão já adulto (ou um jovem a quem costumamos chamar de “filhotão”)
com o mesmo sucesso em termos de apego e companheirismo e até com algumas
vantagens.
Apesar de muito
divertidos, filhotes são bem bagunceiros e requerem total atenção, educação
básica e muita paciência.
Então, se sua
intenção é ter de pronto um companheiro que possa imediatamente participar de
passeios, viagens com pouca bagunça e o mínimo de alteração em sua rotina,
passe a considerar com carinho a ideia de adotar um amigão já crescido.
No caso de idosos,
com total certeza, esta é a melhor opção, pois um filhote lhes daria bastante
trabalho. E, ao adotar um cão mais velho, além de pouparem trabalho, poderão
estar ajudando a dar um lar a um cão sem teto que tenha sofrido abandono.
É preciso, contudo,
se informar com os antigos proprietários ou com o canil do qual ele foi
reintegrado, se recebeu algum tipo de educação, se conhece comando, seus
hábitos, manias etc.
Por outro lado, para
quem tem crianças em casa ou no caso de procurar um cão de guarda muito
dominante ou um cão de porte muito grande, o ideal para novatos na criação é
buscar um filhote para que ele se acostume desde a mais tenra idade a obedecer
e a conviver com sua família a fim de evitar sustos.
Mas é preciso sempre
lembrar que em caso de filhotes estes demandam atenção de “pais”.
Nenhum cão nasce
obediente e sabendo o que pode ou não pode fazer nem como deve comportar-se.
Isto acontece com educação, treinamento, muita atenção e amor.
Portanto, antes de
optar por um filhote, tenha a certeza de que lhe dará atenção e cuidados
necessários.
E lembre-se:
Estará incorporando
um novo membro à sua família que tem desejos, vontades, necessidades, carências
e que vai ser seu amigo e seu dependente por cerca de 15 anos. Ou mais.
CACHORRO NÃO É BRINQUEDO. TENHA RESPONSABILIDADE. VOCÊ ESTÁ
ADQUIRINDO UMA SER VIVO
quinta-feira, 28 de março de 2013

Dica Nº 1
ESCOLHENDO A RAÇA E O FILHOTE
É preciso saber qual raça melhor combina com seu estilo de
vida. E sim, faz toda a diferença.
As diferenças vão desde o tamanho que o cão terá quando adulto, temperamento,
necessidades básicas de cada raça e tendências.
Assim quem tem pouco espaço já deve logo pensar em um cão de
raça pequena ou média a menos que possa sair diariamente em passeios de no
mínimo meia hora.
Mas isso é apenas o começo.
Para idosos, crianças muito pequenas ou com dificuldades de
locomoção também não são aconselháveis cães de raças grandes ou gigantes se o
convívio for ser muito próximo e com pouco espaço (pequenos quintais ou
terraços, por exemplo) pelo fato de que eles podem derrubar estas pessoas e
machucá-las.
E não se enganem com o tamanho do filhotinho. Pesquise qual
o tamanho e peso que terá na idade adulta.
Para quem tem um quintal razoável – cerca de 150m2 no
mínimo- é possível ter um cão de raça grande desde que o levem a passeios
externos ao menos 2 vezes semanais por no mínimo meia hora cada dia. Lembrando
que não basta ser um espaço grande, mas deve haver alguma área com terra ou
gramada, mesmo que uma pequena caixinha de areia e local para pegar sol. E se
seu espaço for pequeno faça uma opção: plantas OU filhotes.
Escolhido o tamanho passamos às qualidades e características
da raça. Há várias divisões, mas optei por uma de simples entendimento, afinal
o blog é para novatos, então nada de muitas complicações:
cães de guarda, de companhia (cães de
companhia também podem ter outras destas categorias descritas), de alarme,
de caça ou farejadores e pastoreio
Cães de guarda:
são normalmente de porte grande a gigante e voltado para defesa de seus
territórios ou de seus donos. Devem ser treinados para que obedeçam a comandos
simples e não se tornem rebeldes nem possessivos.
Algumas raças
de cães de guarda
PORTE GRANDE: Akita, Dobermann, Fila Brasileiro, Rotweiler,
Schnauzer gigante.
Há outras raças que se adaptam à guarda, mas que não são específicos
para este fim, tais como: Pastores, Dogo Alemão, American staffordshire terrier
e pit bull.
PORTE MÉDIO: Boxer, Chow Chow, Dogue Brasileiro (cão
desenvolvido no Sul do Brasil especificamente para guarda efetiva, Bull Terrier
(originalmente era cão de luta, mas adaptou-se bem à guarda), Bulldogue, Bulldogue
campeiro(originalmente desenvolvido para campear, mas nas cidades adapta-se bem
à guarda), Schnauzer standard ou médio, Pit Bull (foi desenvolvido para luta,
mas se for treinado faz guarda. Ao contrário do que se imagina se for de boa
linhagem não é um cão agressivo nem tampouco mau. Pelo contrário, é dócil e
precisa ser treinado para fazer boa guarda).
Cães de alarme: São cães que tem sentimento de
guarda, sabem que devem defender seus território e dono, mas pelo tamanho ser
pequeno ou médio e por não terem sido desenvolvidos para guarda, fazem apenas
pequenas ameaças a um invasor e raramente partem para um ataque real.
Normalmente são cães que latem ao menor sinal de invasores ou estranhos,
portanto não leve um para casa se for intolerante com latidos. Costumam ser
corajosos.
Algumas raças de cães de alarme:
Chihuahua, Foz Paulistinha, Lhasa Apso, Maltês, Pequinês, Pinscher,
Mini Schnauzer, Shih Tzu, West Highland
terrier (cãozinho do IG), Yorkshire Terrier
Cães de pastoreio: São cães com habilidade de
pastorear rebanhos, cães cujo trabalho é
o de reunir rebanhos, controlá-los e transportá-los de uma região a outra e por
isso, alguns fazem vezes de cães de guarda, pois possuem habilidade especial
contra predadores do rebanho.
Logicamente que nos centros urbanos eles não pastoreiam
ovelhas nem rebanhos, mas estão sempre em alerta para o “trabalho” de policiar
e assistir aos de casa.
Algumas raças de cães de
pastoreio
Pequeno ou médio porte: Border Collie, Pastor Belga, Pastor
de Shetland – “mini-collie”-
Grande porte: Collie -o famoso “Lessie”- , Pastor
Alemão
Cães de caça OU farejadores: Agem OU como ajudantes
em caçadas, pois se agitam assim que veem ou farejam uma caça e muitas vezes
vão à sua busca OU como farejadores apenas que apenas apontam a caça, mas não a
buscam. Há também os apontadores que captam cheiros à longas distâncias e que são
usados em trabalhos de apontar drogas, armas, detectar fugitivos ou apenas acompanhar
pessoas com necessidades especiais.
Por serem cães que farejam à distâncias enormes têm tendência
elevada à aventuras e são indicados para quem tem bastante espaço e gosto por
longos passeios, viagens e aventuras. Jamais devem ser confinados em pequenos
espaços.
Alguns adoram água e nadam muito bem.
Caso não tenham a atividade necessária podem tornar-se
hiperativos.
Algumas raças de caça,
farejadores e apontadores.
Pequeno ou médio porte: Basset Hound, Beagle, Cocker Spaniel
Grande porte: Golden retriever, Labrador retriever, Pointer,
Setter, Weimaraner
Cães de companhia: Como o nome diz são as raças que
maior tendência tem em estar perto do ser humano e muitos têm também outras
atribuições além de serem cães de companhia. Outros são cães de companhia e já
basta para serem escolhidos como nossos melhores amigos.
Para aqueles que não sabem qual raça escolher e não se
identificam com nenhumas das características das diversas raças, o cão de
companhia apenas é uma ótima opção desde que no tamanho ideal à família.
Alguns
cães somente de companhia: Bichon Frise (médio ou pequeno porte), Dogue
Alemão (gigante), Poodle (pode ser pequeno, médio ou gigante), Pug (pequeno
porte), São Bernardo (gigante), Sheepdog (gigante. Já foi cão de guarda),Terranova
(porte médio), Sharpei (tamanho médio),
Cães de
companhia e outra função: Beagle (também de caça), Boxer (porte médio a
grande, também de guarda ou caça), Bulldogue (também de guarda), Chihuahua (também
de alarme), Cocker Spaniel (também de caça), Collie (também de pastoreio), Golden
e labrador retriever (também de caça), Fox terrier (também de alarme e caça), Husky
siberiano (também de trabalho), Lhasa Apso (também de alarme), Maltês (também
de alarme), Pastor de Shetlando (também de pastoreio), Pinscher (também de alarme),
Schnauzer (mini e médio, também de alarme Ou guarda), Shi Tzu (também de
alarme), West Highland terrier (também de alarme), West Highland terrier (também
de alarme), Yorkshire Terrier (também de alarme).
Além do temperamento e tendências da raça, é preciso também
levar em consideração os cuidados com a pelagem e com a saúde em geral de cada
raça.
Cães de pelo longo precisam de escovação e por vezes de tosa
mensal.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Anúncios
de venda de cães: Dicas para reconhecer burlas
Os anúncios de venda de cães são utilizados tanto por bons como
maus criadores. Não é possível escolher um bom criador baseado apenas no
anúncio, mas é pelo menos possível afastar os piores.
Saber o que um criador consciencioso tenta transmitir nos anúncios e quais os requisitos mínimos que deve exigir ao comprar um cachorro são passos firmes em direção a uma boa compra. Muitos dos maus criadores conseguem-se reconhecer através de frases estranhas que publicam nos seus anúncios.
Saber o que um criador consciencioso tenta transmitir nos anúncios e quais os requisitos mínimos que deve exigir ao comprar um cachorro são passos firmes em direção a uma boa compra. Muitos dos maus criadores conseguem-se reconhecer através de frases estranhas que publicam nos seus anúncios.
Evitar
anúncios com as seguintes frases:
“Ninhada com testes feitos”
Os testes a doenças genéticas são feitos aos progenitores e não à ninhada. Os cachorros são ainda demasiado jovens para realizar qualquer teste. Além disso, um criador responsável sabe que não pode assegurar que o cachorro não vai desenvolver displasias, pois embora numa criação responsável o risco seja menor, existe sempre essa possibilidade. O que o criador consciencioso pode fazer é garantir a devolução do dinheiro/troca por outro cachorro, caso o cão venha a desenvolver doenças genéticas.
“Variante mini”
Estude a raça que pretende adquirir e os intervalos de altura permitidos pelo estalão.
Os testes a doenças genéticas são feitos aos progenitores e não à ninhada. Os cachorros são ainda demasiado jovens para realizar qualquer teste. Além disso, um criador responsável sabe que não pode assegurar que o cachorro não vai desenvolver displasias, pois embora numa criação responsável o risco seja menor, existe sempre essa possibilidade. O que o criador consciencioso pode fazer é garantir a devolução do dinheiro/troca por outro cachorro, caso o cão venha a desenvolver doenças genéticas.
“Variante mini”
Estude a raça que pretende adquirir e os intervalos de altura permitidos pelo estalão.
Muitas vezes os
vendedores anunciam variantes que não existem, como por exemplo, Yorkshire
Terrier Miniatura ou Chihuahua Miniatura. Isto mostra que o criador não tem
conhecimentos sobre a raça que cria ou que está deliberadamente a criar cães
com desvios ao padrão. Qualquer uma destas hipóteses não cumpre um requisito
fundamental para se ser um bom criador que é o de tentar sempre aperfeiçoar a
raça a que se dedica.
“Puro, mas sem Registro/Pedigree”
Ninguém pode provar que um cão é puro sem o registro na entidade representativa de cinofilia nacional e clube da raça a que pertence o cão.
“Puro, mas sem Registro/Pedigree”
Ninguém pode provar que um cão é puro sem o registro na entidade representativa de cinofilia nacional e clube da raça a que pertence o cão.
Acreditar que um cão é puro sem ver os papéis é o mesmo que
acreditar num vendedor de carros que lhe assegura que o carro não é usado, mas
não lhe mostra a nota fiscal de fábrica nem o velocímetro zerado.
“Cachorros bonitos, fofos, queridos...”
Os criadores sabem que o mais importante a transmitir num anúncio são outras informação além do fato dos cachorros serem bonitos. Por vezes utilizar estes adjetivos serve para preencher um anúncio em que não há informação importante a dizer, tais como linhagem, despistes de saúde, etc.
“Cachorros bonitos, fofos, queridos...”
Os criadores sabem que o mais importante a transmitir num anúncio são outras informação além do fato dos cachorros serem bonitos. Por vezes utilizar estes adjetivos serve para preencher um anúncio em que não há informação importante a dizer, tais como linhagem, despistes de saúde, etc.
O que procurar num anúncio
Os bons criadores procuram transmitir as informações mais
importantes acerca da ninhada. Assim geralmente incluem:
·
Nome dos progenitores,
suas qualificações e procedência.
·
Referência ao registro da
ninhada no clube da raça e na CBKC. O Dogue Brasileiro só pode ser considerado
realmente legítimo se tiver registro no clube da raça (BBC).
·
Indicação do dia de
nascimento da ninhada e disponibilidade de entrega somente a partir das 8
semanas após o nascimento. Forma de contato para permitir visitas ao local
·
Outras informações como,
por exemplo, cor e sexo dos cachorros podem também ser incluídas.
Além disso, na entrega do filhote exija sempre:
·
Certificado de vacinação e
de vermifugação em dia e com pelo menos uma dose de vacina déctupla.
·
Contrato ou ao menos um
acordo entre as partes devidamente assinado.
·
Orientações sobre
alimentação do filhote e um telefone onde dúvidas possam ser esclarecidas.
COMO EVITAR QUE SEU FILHOTE OU MESMO CÃO ADULTO FAÇA XIXI NA SUA
CAMA E DESTRUA COISAS NA SUA AUSÊNCIA
Normalmente o cãozinho age assim por medo, ansiedade e
insegurança achando que você jamais voltará.
Nem sempre é uma "mal criação" igual ao de uma
criança, mas uma espécie de reação ao nervosismo. As reações mais comuns de
cães que ficam ansiosos com a solidão são: Fazer xixi e cocô pela casa toda e
na cama do dono, roer objetos que ele sabe que não pode. E normalmente ele escolhe
os locais que o dono fica e as coisas que são do dono. Sabem por quê? Porque é
ali que ele tentar buscar segurança, pois tem o cherinho ou a lembrança do
dono.
ALGUMAS SOLUÇÕES
Não há uma regra absoluta, mas há algumas boas tentativas
que funcionarão diferentemente em cada cão.
1) Primeiro saiba que se seu cãozinho é ansioso e/ou
inseguro a chance dele tirar este comportamento do dono é grande, portanto
pergunte-se se você não age de forma insegura ou ansiosa ao sair de casa,
antecipando momentos "terríveis" aos seu mascote. Mude sua atitude ao
sair e regressar. Saia feliz e mostre a ele que está tudo bem. Se ele for
chegado a um petisco ofereça-lhe na saída um petisquinho e diga-lha que fique
bem que você volta logo, mas fale em tom calmo sem demonstrar ansiedade nem
tensão.
2) Não mime-o demais. Exercite nele a capacidade de
frustração. Por vezes faça com que ele não possa receber algo, ou não permita
que ele fique o tempo todo grudado com você quando estiver em casa para que ela
saiba que é normal ficar sozinho por uns tempos.
3) No seu retorno entre normalmente sem grandes festejos
para que ele na próxima vez não fique lhe aguardando ansiosamente. Quer dizer,
se você marcar a sua saída com um petisco e festinhas e não marcar seu retorno,
a tendência é que ele não fique doido de ansiedade aguardando aquela hora do
espetáculo do retorno! Faça uma festinha rápida, um cumprimento e pronto.
4) Crie cantinhos legais de associação a você e a bons
momentos na casa
O cão associa cheiros, objetos e sentimentos ao dono. Crie
então um "cantinho da felicidade" Coloque brinquedos que vocês usam
juntos (bolinhas, pelúcias, brinquedos em geral), ossinhos do tipo comestíveis,
almofadas, e paninhos com seu cheiro, etc. É grande a chance de que se ele
tiver um ataque de angústia se refugie lá e fique mais tranquilo. Mas lembre-se
de passar ao menos meia hora por dia no cantinho quando estiverem juntos.
5) Ative sua curiosidade e atração por desafios
Existem brinquedos com o nome de KONG que são tipo caça ao
tesouro. Eu explico: são objetos em que se colocam petiscos, mas para que o cão
coma o petisco ele precisa descobri-lo e aprender a tirá-lo de dentro do
objeto. Isso o distrai ao mesmo tempo em que exercita sua mente e até o corpo
porque estes objetos rolam e eles têm que correr atrás deles. Podem ser
adquiridos em pet shops.
Assinar:
Postagens (Atom)


